S O M B R A E L U Z 11/ 10/ 1999
Vislumbra longe a “estrada” à tua frente.
Descuida um pouco do teu presente.
Fica na espreita; espreita tua mente.
Toma conta dos teus passos, mansamente,
Que num leve tombar de uma sombra,
Talvez mudes teu curso.
Falta agora o sol, a “estrada” é escura...
Sobram dúvidas atrozes...
Feras pelo “caminho” te espreitam...
E não adianta tentar fugir, elas estão lá
E te devorarão se estiveres desarmado.
Então, onde estão tuas armas?
Não sabes nem imaginas?
Pois, olha atrás de ti, bem atrás de ti! Aí está o que consideravas passado e morto, enterrado, esquecido...
Tudo o que aconteceu contigo durante tua “caminhada”.
Tudo o que construístes.
Todos a quem julgastes.
Tudo que fizestes, e o que não fizestes.
Tudo o que achastes e guardastes, ou destruístes...
De repente, te cuida, essas sombras do passado se tornarão em luz.
Essa luz será a única a iluminar o teu “caminho” que te levará ao teu norte.
Vê? Tua arma é teu passado.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
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essa questão de sombra e luz esta bem colocada na poesia filoófica.Um interrogatório inteligente e uma conclusão perfeita!
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