quarta-feira, 21 de abril de 2010

PARA MEDITAR

                 "O “homem” está encarcerado no presente, entre duas eternidades; a passada e a futura. E, não importa as respostas que encontre sobre sua origem, ou a do universo. Nas eternidades não existem respostas finais, elas serão sempre e sempre, infinitamente interrogativas." 26/ 10/ 08

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